DIVULGADA POLÍTICA DA INDÚSTRIA CULTURAL
A cidade de Nampula acolheu ontem um encontro para a divulgação da política das indústrias culturais e criativas, com vista a encontrar mecanismos e estratégia para a sua implementação como factor impulsionador do desenvolvimento socioeconómico e dos fazedores das artes.
Pretende-se com a discussão destas políticas, a sua divulgação, para junto dos artistas e outros intervenientes na actividade cultural, colher subsídios bastantes e de consenso a serem apresentados no Fórum Nacional das Indústrias Culturais e Criativas, a ter lugar na cidade de Maputo, de 22 a 23 próximo.
Falando para os presentes no encontro de um dia, o director provincial da Cultura e Turismo de Nampula, Agostinho Zacarias, repisou a necessidade de reunir consensos nas discussões sobre a importância das indústrias culturais ao nível dos artistas de Nampula que serão incorporados nos draft que serão levados ao fórum nacional.
Por seu turno, Francisco Bonzo, em representação da secretária permanente provincial, sublinhou que a arte e cultura desempenham um papel primordial na construção, transformação e progresso social com base na contribuição económica directa dos artistas, associações e operadores ligados ao sector cujas acções são susceptíveis de valorização em termos económicos, impulsionando a geração da renda e do emprego para os artistas.
Observou que o presente seminário propõe-se divulgar a política das indústrias culturais e criativas e a estratégia para a sua implementação, um instrumento de orientação e actuação com objectivo de induzir o crescimento e a competitividade dessas indústrias com vista a contribuir no respectivo crescimento económico, através de geração de emprego e renda.
“Visa, igualmente, preparar as condições básicas para um futuro próximo em que se pode constituir um núcleo provincial das indústrias culturais e criativas, envolvendo artistas e o sector privado ligados às artes e cultura”, referiu Bonzo, esperançado que os participantes no seminário sairão mais galvanizados para, de forma individual e colectiva, identificarem-se com os objectivos e prioridades das indústrias culturais e criativas. Wf

